ANP estuda mudar regra de conteúdo local

O objetivo, segundo a agência, é que a nacionalização de bens e serviços dê um passo à frente na direção do fornecimento de produtos de classe mundial

Rodrigo Leitão
reportagem@macaeoffshore.com.br

conteúdo local
Rio de Janeiro (RJ) – Durante a cerimônia de abertura da Offshore Technology Conference (OTC), no Rio de Janeiro, a diretora-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Magda Chambriard, disse que a resolução da política de conteúdo local pode ser revista a um percentual mínimo de contratação de equipamentos produzidos em solo brasileiro.
Segundo Magda, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, está trabalhando todas essas questões de percentual.
“Não vou dizer prazo, nem nada, porque tudo isso é com o ministro. Só posso que resta prazo de qualidade a serem atingidos”, ressaltou a diretora.
De acordo com a mandatária, é preciso construir uma ponte entre uma primeira fase “já conquistada” e uma nova, “onde nós vamos ter produtos que a gente chama de classe mundial, portanto, produtos com preço, prazo e qualidade”.
Em nota, o Ministério de Minas e Energia informou que está em estudo a edição de aprimoramentos para a Política de Conteúdo Local do setor de óleo e gás.
Ainda de acordo com a nota, “a medida permitirá que tais benefícios passem a ser mensurados e reconhecidos no cumprimento de metas das empresas. Por exemplo, a medida em estudo permitirá computar para fins de Conteúdo Local engenharia desenvolvida localmente, assim como o desenvolvimento local de tecnologia e iniciativas com elevado potencial de geração de empregos qualificados”.
Na ocasião, Magda reafirmou o reconhecimento do crescimento da produção do pré-sal, e as projeções das reservas brasileiras que são de 40 bilhões de barris.
“Temos oportunidade exploratório que vai beneficar o Brasil”, concluiu a executiva.
FOTO: G1

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